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	<title>Jurídico em Tela &#187; Venezuela</title>
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	<description>Direito de Mídia e Direito do Entretenimento</description>
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		<title>COLUNA JET Lag &#8211; iPedra</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 23:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aislan Vargas Basilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aislan Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Aislan Vargas Basilio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Aislan Vargas Basilio *
A cada instante as novas tecnologias criam um novo cenário na sociedade da informação. Convidamos você a tirar agora a diferença desse JET Lag tecnológico. Aperte F11 e boa leitura!
iPedra?
O lançamento do “tablet” mais esperado andou frustrando muitos críticos e amantes da tecnologia. Inicialmente fiquei entusiasmado, mais conforme recebia as novidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Aislan Vargas Basilio *</em></p>
<p>A cada instante as novas tecnologias criam um novo cenário na sociedade da informação. Convidamos você a tirar agora a diferença desse JET Lag tecnológico. Aperte F11 e boa leitura!</p>
<p><strong>iPedra?</strong></p>
<p>O lançamento do “tablet” mais esperado andou frustrando muitos críticos e amantes da tecnologia. Inicialmente fiquei entusiasmado, mais conforme recebia as novidades sobre o iPad, fui me desanimando. Claro, e como em qualquer produto, sempre o fabricante poderia ir mais além, a fim de buscar um maior aprimoramento tecnológico e facilidade ao usuário, porém, as vezes, acaba deixando a desejar mesmo (“por” ou “sem” querer). No caso, tratando-se da Apple, muitos detalhes foram esquecidos no novo aparato da maçazinha, e percebe-se que seriam fácil de serem adicionados. O fantástico Dooby Brain em seu blog, instantes após o anúncio de Steven Jobs, comparou o iPad a uma “pedra”. Rs! E sabe qual foi o resultado? Confira através do seu próprio <a href="http://www.doobybrain.com/2010/01/27/ipad-vs-stone-tablet/">post</a>. Pelo jeito a única vantagem que o iPad levou é que utiliza-se da tecnologia “touch screen”, e a “pedra”, por outro lado, leva como vantagem pelo fato de ser multiuso. Pelo jeito essa maça já veio mordida. Há quem assemelha este lançamento com o fracasso no primeiro notebook da Apple que não obteve sucesso. Se não tivessem esquecido ao menos de uma entrada USB, câmera digital, cartão de memória, “widescreen”, aplicativos padrões e não limitasse o uso como o fez, quem sabe essa “tablet” não seria recordista de vendas. Igualmente, vamos ver no que vai dar os próximos capítulos. Torcemos sempre pela tecnologia que não esqueçe dos usuários.</p>
<p><strong>China x Google</strong></p>
<p>Steven Spielberg que se cuide, pois já estamos perdendo os números dos capítulos da saga da gigante da rede contra o império chinês. Nessa dinastia ainda não se sabe quem sairá vitorioso. O certo é o que todos sabem sobre as ameaças de Google em sair da China. A última foi por detectarem um ataque altamente sofisticados contra sua infra-estrutura, oriundo da China. Dessa saga, não só a empresa americana se cansou, como nós também, por lermos quase todo mês uma nova notícia sobre essa relação de negócio e ódio, nos tablóides de todo o mundo. Ah! Achávamos que era a última, mais tem mais uma. Quem sabe poderiamos chamar de: O “retorno”. Nesta semana, um site de buscas chinês para variar copiou a marca registrada do Google. É o “Goojje” (www.goojje.com) &#8230; Provocação?! É brincadeira, não acha? Bom, se é essa a razão ou não, ficaremos sem saber. Porém a única certeza é que percebesse que a impunidade neste país é de matar qualquer um. O Google já notificou o site violador, e sugeriu que troque seu logotipo.</p>
<p><strong>Venezuela x Redes Sociais</strong></p>
<p>E você, imaginava que as relações nada amistosas entre Google e China não geraria certa inveja de outros países? Bom, em se tratando da figura do Chávez, podemos imaginar qualquer coisa, não é. Além da ousada missão de ocupação pelos “chavistas” dos meios de comunicação que não fazem parte de seu império, a idéia agora é dominar as redes sociais! (&#8230;) [silêncio] (&#8230;) &#8211; Será que passa pela mente dele declarar guerra contra toda poderosa dupla de “ós” da Internet (Google)? O que deixou bem claro é que o alvo inicial é o Twitter e o Facebook. Conforme transcrição do jornal O Estado de São Paulo, o apresentador Mario Silva, disse no programa “La Hojilla”: &#8211; Não podemos deixar que os “esquálidos” tomem conta da internet.</p>
<p><strong>Twittada da Semana</strong></p>
<p>A twittada da semana não é novidade, ficou a cargo do novo lançamento da maçazinha, que já mencionamos. Para quem pôde acompanhar no @aislanv, o iPad foi o assunto mais comentado e tratado no twitter. </p>
<p><em>* Aislan Vargas Basilio é advogado, mestre em direito empresarial, especialista em direito das novas tecnologias e direito de entretenimento</em></p>
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		<title>Venezuela proíbe venda de games violentos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcordeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[proibição]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma lei que visa impedir a fabricação, importação, distribuição, venda, locação de jogos violentos e armas de brinquedo.
Os infratores estão sujeitos a pena de três a cinco anos de detenção, além de multa, que pode superar US$ 30.000,00. Os que possuírem os produtos devem encaminhá-los para as autoridades competentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma lei que visa impedir a fabricação, importação, distribuição, venda, locação de jogos violentos e armas de brinquedo.</p>
<p>Os infratores estão sujeitos a pena de três a cinco anos de detenção, além de multa, que pode superar US$ 30.000,00. Os que possuírem os produtos devem encaminhá-los para as autoridades competentes, para que possam ser destruídos.</p>
<p>O deputado Arcadio Montiel afirmou que concorda com a lei para punir os grandes importadores, mas também diz que o Estado deve compensar ‘as pessoas humildes que compraram esses jogos com a melhor das intensões’.</p>
<p>A lei foi apresentada pela organização Pátria para Todos com base no artigo 78 da Constituição do país, que protege as crianças e adolescentes. Também está enquadrada no conceito da ‘cultura de não violência’ que o país diz ter, além do receio que o grupo tem pelo uso das armas de brinquedo em crimes de verdade.</p>
<p>Esse não é o primeira vez que os jogos violentos são alvo do governo venezuelano. Em 2006, o enredo de ‘Mercenaries 2: World In Flames’ foi alvo de crítica: no game, os Estados Unidos invadem o país depois que um ‘tirano com sede de poder’ resolve mexer com o suprimento de petróleo.</p>
<p>Proibir jogos violentos não é exclusividade da Venezuela. A Alemanha e a Austrália figuram entre os países democráticos mais rigorosos para conceder o selo de classificação etária. ‘Left 4 Dead 2′, por exemplo, foi banido por duas vezes na terra dos cangurus. No Brasil, os mais rumoroso caso de proibição de jogos recaiu sobre ‘Counter-Strike’, no começo de 2008. Aqui, o Ministério da Justiça é a responsável por conceder a classificação etária aos games.</p>
<p>Fonte:<br />
<strong><a rel="nofollow" href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2009/11/04/ult530u7366.jhtm">tecnologia.uol.com.br</a></strong></p>
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